quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O Planeta Pede Ajuda


O planeta pede ajuda! O aquecimento global é a causa principal da extinção dos animais e mudanças no clima. Vários países assinaram o Protocolo de Kyoto cuja missão é reduzir a emissão de CO2 e outros gases que provocam o efeito estufa superaquecendo o planeta. Exceto os Estados Unidos e Austrália não assinaram alegando que o protocolo prejudicaria a economia. Esse 43º Presidente (George W. Bush) fez história como pior presendente americano dos USA, investiu bilhões de dolares numa guerra onde é impossível ser vencedor e contribui com o desastre da econômia mundial. É possível comparar a queda econômica com a da bolsa de 1929. Será que o Bush não imaginou que tanta guerra causaria consequências ao seu país e ao mundo? Mas não pôde assinar o protocolo cuja missão nobre seria de proteger o planeta beneficiando as próximas gerações. George W. Bush além de prepotente não consegue manter nada vivo, a começar pelas empresas de seu pai que também deixou morrer e terá de carregar o fardo de suas consequências que também se extenderá na natureza. De acordo com relatório do Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC), considerado a maior liderança mundial em mudança climática, até 30% das espécies do planeta enfrentam um risco crescente de desaparecerem se a temperatura global aumentar 2ºC acima da média comparada a dos anos 1980 e 1990.

Animais em Extinção por Causa do Aquecimento Global

Mamíferos ameaçados

Antílope-tibetano (Pantholops hodgsonii)

Elefante-indiano (Elephas maximus)

Elefante Africano (loxodonta africana)

Elefante-da-floresta (Loxodonta cyclotis)

Elefante-da-savana (Loxodonta africana)

Baleia-azul (Balaenoptera musculus )

Chimpanzé (Pan troglodytes)

Gorila-do-ocidente (Gorilla gorilla)

Gorila-do-oriente (Gorilla beringei)

Leopardo (Panthera pardus)

Lobo-vermelho (Canis rufus)

Morcego-cinza (Myotis grisescens)

Muriqui (Brachyteles arachnoides)

Orangotango (Pongo pygmaeus e Pongo abelii)

Panda-gigante (Ailuropoda melanoleuca)

Peixe-boi (Trichechus manatus)

Rinoceronte-de-sumatra (Dicerorhinus sumatrensis)

Tigre (Panthera tigris)

Onça-Pintada

Urso-polar (Ursus maritimus)

Veado (Elaphurus davidianus)




quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Diminuição de geleiras evidencia do aquecimento Global


O derretimento das geleiras se acelerou nas últimas décadas, um fenômeno alarmante que evidencia o aquecimento da atmosfera,
revela um relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Programa das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente (PNUE).
As geleiras do Ártico diminuíram entre 6 e 7% no inverno (hemisfério norte) e entre 10 e 12% no verão no decorrer dos últimos 30 anos, indica
o estudo apresentado em Tromsoe, norte da Noruega, na véspera do Dia Mundial do Meio Ambiente.
Além disso, entre 7 e 10% da superfície terrestre nevada do hemisfério norte desapareceram durante os períodos de março e abril das últimas
três ou quatro décadas, segundo o informe. Conseqüência do aquecimento da atmosfera, o degelo é também resultado da aceleração das
mudanças climáticas, ressaltam os cientistas.
"A neve e o gelo refletem entre 70 e 80% da energia solar, enquanto a água a absorve. Se continuarem derretendo, isto aumentará o
aquecimento global", explicou em uma entrevista coletiva à imprensa em Tromsoe Paal Prestrud, um dos autores do relatório.
"Os 6,5 bilhões de pessoas deste planeta optaram por uma forma de vida baseada em uma realidade determinada. Esta realidade está a ponto
de mudar ainda mais rápido que o previsto", afirmou o diretor da PNUE, Achim Steiner.
"Isto significa que a necessidade de nos adaptarmos às mudanças climáticas é tão considerável, do ponto de vista das conseqüências e dos
custos econômicos, que temos que atuar a partir de agora", ressaltou.Segundo os cientistas, por volta de 40% da população mundial poderá
ser afetada pela redução das superfícies nevadas e das geleiras na Ásia.
Muitos rios do continente como o Ganges e o Mekong são alimentados pelo Himalaia, e a redução do gelo desta cordilheira causaria a
diminuição dos recursos de água potável e irrigação. O aumento do nível dos oceanos, provocado pelo degelo terrestre, engoliria as regiões
costeiras e ilhas inteiras, por exemplo, de Bangladesh à Indonésia.
O degelo contribuiria também para o aumento de catástrofes meteorológicas como furacões e inundações, afetando assim as populações, a
economia e a fauna. "No mundo animal, as espécies autóctones (do Ártico) poderão desaparecer já que não podem deixar a região, onde se
instalariam novas espécies, procedentes do sul", afirmou Prestrud.
Por exemplo, o urso polar, espécie emblemática do Pólo Norte, está ameaçado de extinção nas próximas décadas devido à diminuição dos
bancos de gelo. Algumas comunidades já começaram a adaptar seu estilo de vida à nova situação climática: em algumas regiões da
Groenlândia os caçadores esquimós trocaram os trenós por pequenas embarcações.

Consequencias

Devido aos efeitos potenciais sobre a saúde humana, economia e meio ambiente o aquecimento global tem sido fonte de grande preocupação. Importantes mudanças ambientais têm sido observadas e foram ligadas ao aquecimento global. Os exemplos de evidências secundárias citadas abaixo (diminuição da cobertura de gelo, aumento do nível do mar, mudanças dos padrões climáticos) são exemplos das conseqüências do aquecimento global que podem influenciar não somente as atividades humanas mas também os ecossistemas. Aumento da temperatura global permite que um ecossistema mude; algumas espécies podem ser forçadas a sair dos seus hábitats (possibilidade de extinção) devido a mudanças nas condições enquanto outras podem espalhar-se, invadindo outros ecossistemas.
Entretanto, o aquecimento global também pode ter efeitos positivos, uma vez que aumentos de temperaturas e aumento de concentrações de CO2 podem aprimorar a produtividade do ecossistema. Observações de satélites mostram que a produtividade do hemisfério Norte aumentou desde 1982. Por outro lado é fato de que o total da quantidade de biomassa produzida não é necessariamente muito boa, uma vez que a biodiversidade pode no silêncio diminuir ainda mais um pequeno número de espécies que esteja florescendo.
O aquecimento da superfície favorecerá um aumento da evaporação nos oceanos o que fará com que haja na atmosfera mais vapor de água (o gás de estufa mais importante, sobretudo porque existe em grande quantidade na nossa atmosfera). Isso poderá fazer com que aumente cada vez mais o efeito de estufa e com que o aquecimento da superfície seja reforçado. Podemos, nesse caso, esperar um aquecimento médio de 4 a 6 °C na superfície. Mas mais umidade (vapor de água) no ar pode também significar uma presença de mais nuvens na atmosfera o que se pensa que, em média, poderá causar um efeito de arrefecimento.
As nuvens têm de fato um papel importante no equilíbrio energético porque controlam a energia que entra e que sai do sistema. Podem arrefecer a Terra, ao refletirem a luz solar para o espaço, e podem aquecê-la por absorção da radiação infravermelha radiada pela superfície, de um modo análogo ao dos gases associados ao «efeito de estufa». O efeito dominante depende de muitos fatores, nomeadamente da altitude e do tamanho das nuvens e das suas gotículas.
Por outro lado, o aumento da evaporação poderá provocar pesados aguaceiros e mais erosão. Muitas pessoas pensam que isto poderá causar resultados mais extremos no clima, com um progressivo aquecimento global.
O aquecimento global também pode apresentar efeitos menos óbvios. A Corrente do Atlântico Norte, por exemplo, é provocada por diferenças de temperatura entre os mares. E aparentemente ela está diminuindo à medida que a temperatura média global aumenta. Isso significa que áreas como a Escandinávia e a Inglaterra que são aquecidas pela corrente poderão apresentar climas mais frios a respeito do aumento do aquecimento global.
O aumento no número de mortos, desabrigados e perdas econômicas previstas devido ao clima severo atribuído ao aquecimento global pode ser piorado pelas densidades crescentes de população em áreas afetadas, apesar de ser previsto que as regiões temperadas tenham alguns benefícios menores, tais como poucas mortes devido à exposição ao frio. Um sumário dos prováveis efeitos e conhecimentos atuais pode ser encontrado no relatório feito para o "Terceiro Relatório de Balanço do IPCC" pelo Grupo de Trabalho 2. Já o resumo do mais recente, "Quarto Relatório de Balanço do IPCC", informa que há evidências observáveis de um aumento no número de ciclones tropicais no Atlântico Norte desde por volta de 1970, em relação com o aumento da temperatura da superfície do mar, mas que a detecção de tendências a longo prazo é difícil pela qualidade dos registros antes das observaçõe rotineiras dos satélites. O resumo também diz que não há uma tendência clara do número de ciclones tropicais no mundo.[43]
Efeitos adicionais antecipados incluem aumento do nível do mar de 110 a 770 milímetros entre 1990 e 2100, repercussões na agricultura, possível desaceleração da circulação termoalina, reduções na camada de ozônio, aumento na intensidade e freqüência de furacões, baixa do pH do oceano e propagação de doenças como malária e dengue. Um estudo prevê que 18% a 35% de 1103 espécies de plantas e animais serão extintas até 2050, baseado nas projeções do clima no futuro.

Efeitos

Devido aos efeitos potenciais sobre a saúde humana, economia e meio ambiente o aquecimento global tem sido fonte de grande preocupação. Algumas importantes mudanças ambientais tem sido observadas e foram ligadas ao aquecimento global. Os exemplos de evidências secundárias citadas abaixo (diminuição da cobertura de gelo, aumento do nível do mar, mudanças dos padrões climáticos) são exemplos das conseqüências do aquecimento global que podem influenciar não somente as atividades humanas mas também os eco sistemas. Aumento da temperatura global permite que um eco sistema mude; algumas espécies podem ser forçadas a sair dos seus habitats (possibilidade de extinção) devido a mudanças nas condições enquanto outras podem espalhar-se, invadindo outros ecossistemas.
Entretanto, o aquecimento global também pode ter efeitos positivos, uma vez que aumentos de temperaturas e aumento de concentrações de CO2 podem aprimorar a produtividade do eco sistema. Observações de satélites mostram que a produtividade do hemisfério Norte aumentou desde 1982. Por outro lado é fato de que o total da quantidade de biomassa produzida não é necessariamente muito boa, uma vez que a biodiversidade pode no silêncio diminuir ainda mais um pequeno número de espécie que esteja florescendo.
Uma outra causa grande preocupação é o aumento do nível do mar. O nível dos mares está aumentando em 0.01 a 0.02 metros por década e em alguns países insulares no Oceano Pacífico são expressivamente preocupantes,porque cedo eles estarão debaixo de água. O aquecimento global provoca subida dos mares principalmente por causa da expansão térmica da água dos oceanos, mas alguns cientistas estão preocupados que no futuro, a camada de gelo polar e os glaciares derretam. Em conseqüência haverá aumento do nível, em muitos metros. No momento, os cientistas não esperam um maior derretimento nos próximos 100 anos. (Fontes: IPCC para os dados e as publicações da grande imprensa para as percepções gerais de que as mudanças climáticas). Como o clima fica mais quente, a evaporação aumenta. Isto provoca pesados aguaceiros e mais erosão. Muitas pessoas pensam que isto poderá causarresultados mais extremos no clima como progressivo aquecimento global. O aquecimento global também pode apresentar efeitos menos óbvios. A Corrente do Atlântico Norte,por exemplo, provocada por diferenças entre a temperatura entre os mares.Aparentemente ela está diminuindo conforme as médias da temperatura global aumentam, isso significa queáreas como a Escandinávia e a Inglaterra que são aquecidas pela corrente devem apresentar climas mais frios a despeito do aumento do calor global.

Causas do Aquecimento Global

Mudanças climáticas ocorrem devido a fatores internos e externos. Fatores internos são aqueles associados à complexidade derivada do fato dos sistemas climáticos serem sistemas caóticos não lineares. Fatores externos podem ser naturais ou antropogênicos.
O principal fato externo natural é a variabilidade da radiação solar, que depende dos ciclos solares e do fato de que a temperatura interna do sol vem aumentando. Fatores antropogênicos são aqueles da influência humana levando ao efeito estufa, o principal dos quais é a emissão de sulfatos que sobem até a estratosfera causando depleção da camada de ozônio
Cientistas concordam que fatores internos e externos naturais podem ocasionar mudanças climáticas significativas. No último milênio dois importantes períodos de variação de temperatura ocorreram: um período quente conhecido como Período Medieval Quente e um frio conhecido como Pequena Idade do Gelo. A variação de temperatura desses períodos tem magnitude similar ao do atual aquecimento e acredita-se terem sido causados por fatores internos e externos somente. A Pequena Idade do Gelo é atribuída à redução da atividade solar e alguns cientistas concordam que o aquecimento terrestre observado desde 1860 é uma reversão natural da Pequena Idade do Gelo Entretanto grandes quantidades de gases tem sido emitidos para a atmosfera desde que começou a revolução industrial, a partir de 1750 as emissões de dióxido de carbono aumentaram 31%, metano 151%, óxido de nitrogênio 17% e ozônio troposférico 36%
Slide 6 A maior parte destes gases são produzidos pela queima de combustíveis fósseis. Os cientistas pensam que a redução das áreas de florestas tropicais tem contribuído, assim como as florestas antigas, para o aumento do carbono. No entanto florestas novas nos Estados Unidos e na Rússia contribuem para absorver dióxido de carbono e desde 1990 a quantidade de carbono absorvido é maior que a quantidade liberada no desflorestamento. Nem todo dióxido de carbono emitido para a atmosfera se acumula nela, metade é absorvido pelos mares e florestas.
A real importância de cada causa proposta pode somente ser estabelecida pela quantificação exata de cada fato envolvido. Fatores internos e externos podem ser quantificados pela análise de simulações baseadas nos melhores modelos climáticos.
A influência de fatores externos pode ser comparada usando conceitos de força radiotiva. Uma força radiotiva positiva esquenta o planeta e uma negativa o esfria. Emissões antropogênicas de gases, depleção do ozônio estratosférico e radiação solar tem força radioativa positiva e aerossóis tem o seu uso como força radiotiva negativa.